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04 / 2017
36 Novos artigos

A Prainha Branca é um reduto alternativo próximo ao limite entre Bertioga e Guarujá. Abriga elementos culturais e representativos das comunidades caiçaras, e foi tombado como patrimônio arqueológico, etnográfico e paisagístico em 1992.

No como chegar dessa semana, vamos conhecer detalhes da Praia Branca e aspectos especiais como um palco para suas expedições e aventuras. O local é uma praia de tombo.

Como é a primeira vista? De um lado e do outro da praia temos formações rochosas interessantes, já é uma tradição ir dar uma passeada nas pedras, esticar uma esteira sobre uma daquelas enormes rochas e se bronzear, ouvindo de perto as ondas quebrando.

Se você gosta de surfar, em frente ao Cantão será o local ideal e com certeza você vai encontrar boas formações de ondas. Se prefere nadar suavemente, mais adiante próximo a ilha da Prainha Branca você encontra águas calmas para uns bons mergulhos. 

A Prainha Branca fica na cidade de Guarujá e seu melhor acesso se dá pela cidade de Bertioga através de travessia de balsa, possível também indo pela cidade de Guarujá  pela Rodovia Ariovaldo de Almeida de Viana, em ambos os trajetos –pela falta de transportes públicos na região- é indicado utilizar carro. Para o trajeto de Osasco até Prainha Branca de ônibus você deverá ir até Bertioga, posteriormente utilizando a balsa gratuitamente.

O local permite campings (média de R$15,00 por dia/pessoa), conta com pousadas simples e confortáveis (média de R$60,00 por dia/pessoa) e restaurantes com preços reduzidos.

Nossa sugestão; Se você for de carro, utilize a rota alternativa saindo do Guarujá (partindo do Balneário Praia do Perequê) e seguindo até o final da Rodovia Ariovaldo de Almeida de Viana (40 km de extensão). A estrada é cercada de paisagens deslumbrantes, incluindo locais para pesca liberada, passeios de barco, almoços e bebidas típicas.

Disponibilizamos abaixo dois trajetos possíveis. Para o trajeto simples, os custos médios serão de R$27,30 de pedágio (ida e volta), R$50,00 de combustível (carro com média de 10km por litro), além de  R$5,00 para a Balsa. Totalizando R$82,30.

Para o trajeto alternativo, os custos médios são de R$27,30 de pedágio (ida e volta), R$80,00 de combustível (carro com média de 10km por litro), sem necessidade de balsa. Totalizando R$107,30.

Trajeto mais fácil *(por Bertioga)


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Trajeto alternativo *(por Guarujá)


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Paranapiacaba é um distrito de São André, localizada no extremo leste da Grande SP, local que abriga parte da história das ferrovias do Século XX. No ‘Como Chegar’ dessa semana, vamos indicar as melhores opções para visitar Paranapiacaba gastando pouco e aproveitando muito.

Para quem mora na Zona Oeste (Osasco, Carapicuíba, Barueri, etc...), a melhor opção é a CPTM, com baldeação para o Metrô e, por último, um ônibus regional.

O caminho é> Utilize a CPTM (Estações da linha Diamante – Júlio Prestes/Itapevi), desça na Barra Funda e baldeie para o Metrô (Linha Vermelha). Desça na Estação Brás e –novamente- baldeie para a CPTM (Brás-Rio Grande da Serra); Desça na última estação da linha (Rio Grande da Serra) e atravesse a linha de ferro até chegar ao ponto de ônibus central (informe-se com os moradores, a distância é de pouco mais de 50m). No ponto, pegue o ônibus ‘Paranapiacaba’, ao custo de R$3,20.

Por esta sugestão de rota, gasta-se ao todo R$12,40 ida e volta. Utilizando o carro, pela Via Anchieta e, na saída 29A, na vicinal que leva até a Índio Tibiriçá, passando pelo centro de Rio Grande da Serra e seguindo pela Estrada da Solvay, o valor pode chegar próximo de R$50,00 (120km ida e volta, custo gasolina).


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O que fazer em Paranapiacaba

Trilhas, cachoeiras, comida caseira, pousadas históricas, vista para o mar, clima agradável.

Para saber detalhes acesse http://www.paranapiacabaecotur.com/

A Cachoeira da Fumaça está localizada entre Rio Grande da Serra e Paranapiacaba (Santo André - SP), numa entrada sem identificação beirando a estrada SP-122 (conhecida como Rio Grande-Paranapiacaba).

Por se tratar de uma estrada sem pontos para obter informações (as casas são distantes e poucos pedestres e carros circulam na estrada) é fundamental o uso de transporte público.

Conforme trouxemos em matérias anteriores, as opções de transporte até Paranapiacaba são variadas e de fácil locomoção. Utilize a CPTM e gaste menos de R$8 reais até o Distrito de Paranapiacaba. As informações a seguir são para uso de pessoas experientes em trilhas e em boas condições físicas.

Uma vez em Paranapiacaba, será necessário a utilização de ônibus (sentido Rio Grande da Serra) - ou seja- basta voltar pelo mesmo trajeto que o levou até o centro do Distrito. Estacione o carro lá. O motivo dessa ida e vinda é pelo fato de não se ter onde deixar o veículo na entrada da trilha. Caso utilize transporte público, peça ajuda para o motorista do coletivo (em sua maioria solícitos e dispostos a ajudar) para que sinalize onde é a entrada da Trilha da Cachoeira (aproveite para fazer isso já no trajeto de ida antes do centro).

Em média, a entrada fica a 7 minutos do centro do distrito. É fundamental estar acompanhado de alguém que já tenha feito a trilha, são diversos os casos de grupos perdidos na mata fechada no segundo trecho da caminhada.

Por se tratar de uma trilha com diversas nascentes e acúmulo de água das chuvas, desde a entrada até cerca de 40 minutos depois é um caminho rodeado de lamaçais, poças e terrenos escorregadios. Se prepare, um calçado Timberland, Macboot ou similar é fundamental.

O segundo trecho da trilha é um desafio de equilíbrio, onde um corredor natural cercado por mata alta e absolutamente preservada divide espaço com uma veia d’água. Aproveite esse trecho para limpar suas botas com a água pura.

No terceiro e último trecho, a caminhada é por um rio de correnteza leve e com pedras salientes, causando escorregões aos mais desatentos. Para chegar até a Cachoeira da Fumaça, basta seguir reto, sempre pelo rio. É fundamental marcar a posição de reentrada do terceiro trecho para não se perder na volta.

A cachoeira permite visão privilegiada do litoral (Santos e Guarujá) e, em dias limpos, permite visualização até mesmo de navios rumo ao Porto de Santos. A água do rio é limpa, porém recomenda-se não beber por riscos de doenças decorrentes de águas não tratadas.

O PlanetaOsasco vai oferecer em breve o caminho de trilhas atreladas a uma rota por GPS, associada ao Google Maps. Com esse serviço, os caminhos ficarão ainda mais fáceis para quem deseja se aventurar.

Grau de dificuldade: Médio
Tempo médio: 3:00 horas
Grau de declínio: Médio
Percurso alternativo: 7 km
Indicada: grupos adultos e jovens, não sedentários.
Informações adicionais: área de microclima com alto índice pluviométrico sujeita a neblina e variações climáticas bruscas.

Equipamentos: 
Roupas leves, de preferência uma para frio e uma para troca.
Capa de chuva
Tênis ou Bota já amaciado, tendo um para troca, nunca estrear novo calçado
Meia tipo soquete e uma de sobra
Mochila pequena
Lanche leve
Boné ou chapéu
Repelente, de preferência de citronela
Protetor solar para dias de sol
Saco plástico para lixo

Redigido após visita ao local e com recomendações do Guia de Paranapiacaba

Imagens: Arquivo Panoramio e Arquivo pessoal Jornalista Gabriel Martiniano.

 

No Mapa abaixo, oferecemos o melhor caminho até a entrada da trilha, na Rodovia Rio Grande-Paranapiacaba.

Entrada da Trilha;


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Salto é uma estância turística do interior de São Paulo, localizada na região de Sorocaba, entre as cidades de Itu e Indaiatuba. Deve seu nome ao Salto do Tietê, uma cachoeira do Tietê localizada à altura da Praça Archimedes Lammoglia, um dos principais pontos turísticos da cidade. 

Salto é uma cidade encantadora, receptiva e que oferece aos visitantes um produto turístico singular, onde a natureza e as raízes histórias do povo paulista se entrelaçaram, construindo aos olhos dos visitantes, paisagens diferenciadas que possibilitam diversas abordagens educativas e lúdicas em diferentes lugares, seja para o descanso ou lazer dos visitantes.

Os turistas são surpreendidos pelos atrativos naturais localizados ao longo do Rio Tietê e pelos belos conjuntos arquitetônicos construídos entre os  século XIX e XX, que marcaram os primórdios da industrialização paulista.

No ‘Como Chegar’ dessa semana, vamos indicar a melhor rota para conhecer a Cidade de Salto.

 

Para este destino, as opções de transporte indicadas são: automóvel ou moto.

Saindo da Zona Norte de Osasco, nossa opção foi seguir até Alphaville-Tamboré pela ‘marginalzinha’ do Piratininga, posteriormente acessando a Avenida Yoshiro Takaoka, seguindo pela UNIP (Carrefour, Mcdonalds da subida da UNIP), indo até Santana de Parnaíba.

O caminho que utilizamos, a partir desse ponto, é a Estrada dos Romeiros (SP-312), passando por Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva e Itu, sem pedágios e com uma vista magnifica de um Rio Tietê selvagem, porém ainda poluído em toda a região.

Os custos da viagem foram de R$55,00 de gasolina, R$36,00 no almoço para dois na Fazenda do Chocolate (Estrada dos Romeiros, KM90, logo após Camping do Alemão – vale a pena visitar).

 

Os pontos indicados para parada são:

·         Santana de Parnaíba (Praça central, Coreto, Igreja)

·         Pirapora do Bom Jesus (Praça Central, Elevado sobre o Rio Tietê)

·         Rainha da Praia (Alambique histórico  - Estrada dos Romeiros KM56)

·         Fazenda do Chocolate (Estrada dos Romeiros, KM90)

·         Camping do Alemão (Estrada dos Romeiros, KM89)

·         Centro de Itu (Shopping Itu)

·         Praça Archimedes Lammoglia ( Cachoeira gigantesca do Rio Tietê - Centro de Salto)

·         Museus de Salto (consultar em http://www.salto.sp.gov.br/index.php?io=sY8COtGH1sJkyR1G+KNZI/q4&s=sNxltvqxHhN+BsvcsaDKhrmOXw==)

 

Rota Utilizada;


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